domingo, 4 de dezembro de 2011

A RAIZ DOS MALES

Através de meus textos, gosto instigar cada um dos leitores a refletir sobre valores e situações comuns do cotidiano. Isso desperta, ao menos em alguns, a vontade de aguçar a sensibilidade para decidir o que é bom ou não para sua vida como um todo, em especial no aspecto espiritual.
Por exemplo, tento alertar sobre a quantidade sem fim de doutrinas e pensamentos estranhos que são despejados, todos os dias, em nossa mente pela mídia através de seu marketing e por pessoas despreparadas que se dizem “de Deus”, para corromper a mente humana e induzi-la à compulsão pelos desejos loucos e perniciosos, que levam o ser humano para a perdição e ruína.
Outro dia refletia com Paulo de Tarso, amigo de longa data que muito admiro, sobre essas intenções maldosas de alguns grupos que tornam os homens e mulheres obcecados pelo orgulho que os conduzem morbidamente para a inveja, para as contendas, insultos e suspeitas tão corriqueiras em nossos dias.
Os homens, então com a mente corrompida e privada da Verdade, se embrenham por esses caminhos e por outros, para alcançarem lucros fáceis. Aqueles que se utilizam de meios escusos para enriquecer, tais como a usura e a corrupção caem na fatal armadilha do apego à matéria. Esquecem-se que nada trouxeram ao mundo como tampouco nada poderão levar.
Afinal, a cobiça pelo dinheiro é a raiz de todos os males (inclusive doenças e fatalidades), e aqueles que se deixam levar por ela, se extraviam da fé verdadeira se atormentando com muitos sofrimentos e pensamentos que conduzem ao estresse e ao desespero, quando não à morte.
Tornam-se pessoas sem esperança e sem vida! E, além de tudo, se tornam responsáveis por tantas outras pessoas que arrastaram consigo por suas práticas enganosas.
A propósito, esse velho amigo Paulo de Tarso, que tem idéias e palavras tão atuais, escreveu sobre isso aproximadamente há mil e novecentos anos. Para quem desejar conhecê-lo, também, é só acessar 1Tm 6,2c-12.
J. Rubens Alves

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